Cruzeiro do Iguaçu - Sudoeste do Paraná     
 
Conheça melhor o município de Cruzeiro do Iguaçu

 

Aspectos Gerais

 

Gentílico: cruzeirênse
Data de Fundação: 01/01/1993

Área: 161,493 km²
População: 5430 habitantes
Altitude Média: 475 m
Clima: Subtropical

Aspectos Sócio-Econômicos

Responsável por apenas 46% do PIB (Produto Interno Bruto) municipal, o setor agropecuário merece uma atenção especial para o seu desenvolvimento. Embora nem toda a população seja ligada às atividades rurais, aproximadamente, 81% declara um alto grau de insatisfação com o setor. Os produtos rurais são vistos com uma certa preocupação, sendo que 86% dos produtores declaram que, o setor agropecuário do município, está em queda ou estagnado, quando comparado a outras regiões do Estado.

A participação da indústria, na economia do município, é pequena, contribuindo em menos de 1% do PIB municipal. Os produtos minerais, não metálicos, produtos alimentares e a extração de minerais, são os produtos mais importantes da manufatura local.

De acordo com o IBGE (censo de 2000), o setor de serviços contribui para a formação do PIB municipal em torno de 53%.

A carne, o leite e ovos somam os principais produtos agrosilvopastoris, tendo como indústria dominante, no município, a Sadia.

Ao todo, estão instalados no município, 36 estabelecimentos comerciais varejistas, 15 estabelecimentos de serviços gerais e 10 indústrias.

 

História

 

Em 1935, Atanásio Pires, morador de Barro Preto (cidade de Coronel Vivida), veio do Estado de Santa Catarina com a intenção de cultivar frutas cítricas, em especial laranjas. Passou então a procurar um local apto para o desenvolvimento desta cultura. Partindo de Vista Alegre pelo Rio Chopim, numa canoa, após dias de viagem, chegou numa região de saltos e cachoeiras, onde parou e aportou. Construiu um casebre e voltou para Barro Preto buscar a família, considerando o local ideal para o plantio das frutas, sendo ainda conhecido por muitos como o Laranjal do Pires.
Para o sustento da família, o morador utilizava-se do que a natureza oferecia em abundancia no local, uma região coberta de mata nativa: a caça e a pesca eram fatores significativos na alimentação da família. Com isso ia conhecendo o território a e ele atribuindo suas nomeações, algumas históricas.
Na primeira “descoberta”, Atanásio Pires percebeu a existência de um rio, este bem próximo àquele por onde veio à esta região, denominou-os de Dois Vizinhos. O morador passou a tirar couro dos animais e a vender em Vila Nova (cidade de Pato Branco), utilizando-se para isso do transporte fluvial. No local da venda identificava-se como morador de Dois Vizinhos, já que a abundância de couro despertava a atenção dos compradores, fato esse que atraiu caçadores e fez com que chamassem o local de Dois Vizinhos.
O nome Rio Canoas que estabelece a divisa dos municípios de Cruzeiro do Iguaçu e Boa Esperança do Iguaçu é fruto do encontro de uma árvore Timbaúva - barra do rio, da qual o primeiro morador construiu uma canoa de 12 metros de comprimento e um metro de largura, na parte que compunha o revezo da galhada, fez a proa e na parte de revezo das raízes, fez o bico, de modo que a canoa ficou resistente impedindo as rachaduras tanto na ponta quanto no leme, daí o nome do rio.
Durante uma caçada, em um só dia foram mortas 12 antas as quais, depois de mortas, foram jogadas na água. Desse episódio, surgiu o nome Rio Doze Antas, afluente do Rio Canoas.
Numa época de muita chuva, Atanásio Pires acompanhado por seus filhos, Joaquim, Ricardo e Antônio, seguiram pela costa dos Rios Chopim, Iguaçu e Canoas até a barra do atual Rio Cruzeiro do Iguaçu. Naquele local permaneceram por vários dias, não se sabe exatamente quantos, sem pegar caça alguma. A fome que já era insuportável fez com que os seus filhos propusessem matar um dos cachorros. Atanásio concordou solicitando que fosse morto o mais gordo e ruim. Como nunca bebia, tomou alguns goles de cachaça canforada e dormiu enquanto o alimento era preparado pelos filhos.
Os filhos alimentados, saíram do local e logo avistaram um veado pardo. Nessa passagem, Atanásio disse aos filhos: - “A partir de hoje matamos somente a caça que podemos comer”, considerando aquele episódio um castigo pela morte das 12 antas lançadas ao rio. Em razão desse acontecimento nomeou o rio de Miserável e mais tarde, com a chegada de outros moradores, chamou-se “Povoado Miserável”.
Atanásio se apossou de um território de cerca de 8.060 hectares de terra compreendidos entre a barra do Rio Chopim, descendo à barra do Rio Canoas e subindo até o Rio Miserável (Cruzeiro do Iguaçu). Seu “império” perfazia mais de 50% do território de Cruzeiro do Iguaçu.
Decorridos quatro a cinco anos, chegou o segundo morador, Felipe Gaudinski, que fugiu do Rio Grande do Sul após envolver-se numa briga. Refugiado na mata, sem saber para onde ir, escondeu-se no alambique de um caminhão carregado de mudança e sem ser visto, chegou ao Paraná. Seguindo a mata adentro se encontrou com Atanásio do qual comprou um pedaço de terra.
O terceiro morador foi Turtuliano Dias, conhecido por João Padilha. Este colocou a primeira balsa, cujo objetivo era efetuar a travessia de cavalos roubados trazidos do Estado de Santa Catarina por dois elementos conhecidos como Gregório e Bernardo Caroço e vendidos na Colônia de Campo Novo (Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul). Em pouco tempo, a policia de Clevelândia tomou as devidas providências afundando a balsa.
Com a chegada de outros moradores que adquiriam um pedaço de chão, como as famílias Miranda (1955), Vieira e a de Ricardo Ferreira, primeira pessoa a chegar nas terras que pertencem ao perímetro urbano de Cruzeiro do Iguaçu. Foram abertas picadas e dividiram-se áreas de terras em sítios, que por sua vez foram vendidos pelos pioneiros que aos poucos chegavam ao local. Com a divisão das terras, logo o Povoado Miserável passou a chamar-se Divisor.
Um fluxo maior de migrantes ocorreu no ano de 1957. Nessa época, o Divisor (Colônia das Missões) pertencia ao município de Marrecas hoje Francisco Beltrão. No momento em que foi aberta a primeira estrada de acesso ao local, onde existia o cruzamento de duas picadas (estradinhas) que davam acesso ao Rio Iguaçu, um chefe de Viação e Obras, denominado Roberto Grando, nomeou o local como Cruzeiro do Iguaçu.
Em 28 de novembro de 1960 pela Lei nº 4.245, Dois Vizinhos foi emancipado, passando Cruzeiro do Iguaçu à categoria de Distrito em 9 de abril de 1965 e pela Lei Estadual nº 5.635 de 13 de setembro de 1967.
A área urbana foi definida em 1972, sendo que as primeiras casas construídas na Rua “H” (Avenida Treze de Maio), iniciaram o primeiro núcleo urbano. A ocupação foi ocorrendo linearmente entre a Rua “O” (Rua Atanásio Pires) e Rua “T” (Rua Deputado Arnaldo Busato e Avenida Treze de Maio).
Em 1976 foi asfaltada a estrada que liga Dois Vizinhos a Quedas do Iguaçu, o que motivou a segunda ocupação, entre as ruas Deputado Arnaldo Busato e Constantino Mezzomo e a Avenida Treze de Maio e a Rua Nossa Senhora da Saúde.
Pela Lei Estadual nº 9.232 de 26 de abril de 1990, Cruzeiro do Iguaçu foi elevado à categoria de município. Em 1º de setembro de 1991 realizou-se o plebiscito de desmembramento, havendo 1.572 votos favoráveis, 188 contra, 17 nulos e 14 brancos. A fundação deu-se em 1º de janeiro de 1993.
O dia 3 de outubro de 1992, foi eleito Luiz Alberi Kastener Pontes como primeiro Prefeito, tendo como vice-prefeito, Paulo Sérgio Ribas Santiago. Nesta época, os vereadores eleitos foram: Agustinho Vitto, Alcides Vacca, Antoninho Zucco Pitro Belli, Dalmir João Turmina, José Nilton de Souza, Moacir Vicente Teixeira, Neudir Antônio Giachini, Nivio Brezezinski e Reni Kovalski. Com a saída do vereador Neudir Giachini assumindo a Secretaria Municipal da Agricultura, tomou posse em seu lugar Marcos Geraldo Witeck. Nesse período dirigiram a Presidência da Câmara Municipal de Vereadores na primeira gestão os vereadores: Dalmir João Túrmina (1993-1994), José Nilton de Souza (1995) e Alcides Vacca (1996).
Na eleição de outubro de 1996 foi eleito para prefeito, Paulo Sérgio Ribas Santiago e Paulo Ernesto Cappellesso como vice-prefeito. A Câmara de Vereadores ficou assim constituída: Aquilino Macagnan, Nivio Brezezinski, José Nilton de Souza, Dalmir João Túrmina, Gilson Bertoncello, Antonio de Jesus de Oliveira, Ivani Ceroni e Atílio Zaffari.
Na eleição de outubro de 2000, o prefeito Paulo Sérgio Ribas Santiago foi reeleito para um novo mandato em conjunto com Luiz Antonio Dal Prá, ficando a Câmara de Vereadores assim constituída: Lurdes Bertoldo, Ari de Oliveira Guedes, Atílio Zaffari, Dalmir João Túrmina, Gentil Bertoldo, Nívio Brezezinski, José França, Jose Nilton de Souza e Nilza Cardoso Vieira.
Na eleição de 2004, Dilmar Túrmina foi eleito com cem por cento dos votos válidos, tendo como vice-prefeito Luiz Alberi Kastener Pontes. O Poder Legislativo ficou assim composto: Lurdes Bertoldo, Gilson Bertoncello, Eloir Pinto Paz, Luis Carlos Fretta, Jairo Ribeiro dos Santos, Reni Kovalski, José França, Ari de Oliveira Guedes e Valdir Reffatti.
¹ Consta nos registros de Dois Vizinhos e Cruzeiro do Iguaçu, que o primeiro morador chegou a Foz do Chopim em 1928, acontecimento este não verídico. Em 1928, o Senhor “Melami”, sogro de seu Atanásio Pires, localizou a Barra do Rio Santana em Barro Preto, hoje a cidade de Coronel Vivida, em cujo local o Senhor Atanásio Chegou no ano de 1935.

 

Indicadores

 

IDH - 0.737 PNUD/2000
PIB - R$ 50.180.430,00 IBGE/2003
PIB per capita - R$ 12.378,00 IBGE/2003

Frota
Automóveis: 752
Caminhão/Caminhão trator: 68
Caminhonetas: 101
Motocicletas/ Motonetas : 352
Ônibus/ Micro-Ônibus: 24
Reboques/ Semi-Reboques: 9
Outros: 0
TOTAL: 1.306

 

Símbolos e Hino

 


HINO DE CRUZEIRO DO IGUAÇU

A grandeza do Salto Chopim
Suas águas borbulhantes
É de uma beleza sem fim
Uma aquarela de cores tão marcantes
Onde o Iguaçu e o Chopim cordialmente
Se abraçam pra irrigar o nosso chão
Para que possam germinar toda semente
Que plantamos com dedicação.

Ó Cruzeiro do Iguaçu meu Torrão
Já nasceste com destino de um vencedor
Pois teu nome nos inspira oração
Ao nosso pai criador
Nossa Senhora de Fátima Padroeira
Abençoe esta terra brasileira
.

O milho, a soja e a pecuária.
Nos garantem um esplêndido sucesso
A avicultura e a vontade extraordinária
E braços fortes asseguram o progresso
Neste planalto onde o verde é um ornamento
O teu filho não se cansa de dizer
Esta terra não me sai do pensamento
Sou daqui e aqui quero viver.


Letra: Maestro Sebastião Lima

 

Fotos do Município

  Fotos Antigas

Fotos Atuais

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Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Iguaçu
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Igreja Matriz
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Câmara Municipal de Vereadores
     
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Praça Municipal
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Sede da Emater
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Santuário Diocesano de Nossa Senhora da Saúde
     
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Posto de Saúde
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Ginásio de Esportes Cruzeirão
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Igreja da Linha Canoas
     
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Usina Hidrelétrica - Foz do Chopim Energética
     

 

 

 
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